quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Moleca!


Num único instante quero  você,
Moleca,  sorrindo, despida.
Quero você  para amar,
abraçar, beijar, sofregar.

Não tenho medo que esse amor
Me leve a extrema  loucura.
Prefiro ser um louco que ama,
Há nunca, jamais  amar.

Quero você sim,  confesso.
Não num único instante,
Mas  numa vida inteira.
Para que eu a ame  todos os dias.

Para que possa  sentir seu corpo  nu,
Tocando o meu, pra  ter  o seu cheiro
Impregnado,  impregnado no corpo meu.
Para te fazer mulher.

E nesses  meios anseios,
Ser fruto do pecado,
E amar-te.
De lado,  de frente, por trás...

Queira-me
Queira-me, como um fruto proibido.
Provoque-me, como objeto do seu desejo.


Busque meu corpo,
Encontre meus beijos.
Sinta meu cheiro.


Excite-se, percorra meu corpo.
Sinta meu gosto.
E quando enfim, for impossível
Suportar tanto tesão.
Clame por mim...

Quero saciar a minha sede de te amar

Brincar no teu corpo e descobrir seu prazer


Sentir seu gosto o doce aveluado de sua pele


Ver sua respiração mudando instante por instante



Tocar seu corpo e senti-la se contorcer


Buscar a cada instante a sua boca


E com beijos ardentes ouvi-la sussurrar


Pedindo para ser amada



Sem me fazer de rogado, ou ao menos precipitar-me

Manter meu castigo de lentamente buscar o seu prazer

E enfim, faze-la explodir, no mais profundo orgasmo


Simplesmente porque quero sentir o seu sabor

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